segunda-feira, 28 de julho de 2014

GUS forever!



A bola é uma cena que não me assiste. Roubei a moldura da expressão a um tipo que se tornou fugaz e estupidamente famoso por andar de forma irresponsável de skate numa estrada com carros e tudo. 

A bola, o futebol, foi, para mim, Grupo União Sport, quando ia com o meu Pai aos desafios do GUS, no tempo do senhor Joaquim Algarvio, o homem que, apesar de baixinho, era, para nós, putos, o “dono” do campo pelado onde, aos Domingos, o plantel alvinegro defrontava com mestria as equipas mais complicadas. Ainda sei de cor o nome dos jogadores daquele tempo, anunciados na corneta sonora de quinze em quinze dias sempre com campo cheio. 

A bola foi, para mim, a equipa onde muitos amigos meus jogaram mas que, depois, com o tempo e a idade, pararam sem, contudo, nunca abdicarem da sua condição de unionistas.
A bola é essa tal cena que não me assiste porque não. Mas há desafios que não se recusam e há livros que têm, obrigatoriamente, de fazer parte da nossa “biblioteca”. Um deles acabou de ser escrito por um amigo meu, do GUS, de Montemor e do concelho. Grupo União Sport – uma década rumo ao centenário (1994-2004) é um grande livro, em tamanho e em classe, que o Manuel Roque tem vindo a escrever há algum tempo a esta parte.

Mas estamos numa época de crise e, como calculam, não é fácil levar a cabo um projeto desta dimensão sem haver a certeza de que haja interessados suficientes para que se justifique o investimento a fazer pelo autor. Assim, é fundamental a manifestação do interesse de todos os que querem ficar com a história pormenorizada dos últimos dez anos da vida do Grupo União Sport. E há uma forma de mostrarem o vosso interesse. Basta usarem o email do Manuel Roque (manueljroque@gmail.com) e escreverem, simplesmente, “Reserva um exemplar para mim”. E, imaginem só, o autor foi escolher para prefaciar este livro sobre futebol o tipo que menos sabe de futebol do concelho (do distrito?): eu. Já poderão calcular o texto que poderá sair! 

Pois, a bola é mesmo uma cena que não me assiste. Mas o GUS não é bola. Pelo menos no conceito em que muitos iluminados a entende. O GUS é o GUS e ficará para a história, preto no branco, com esta obra notável do Manel.
Quando começaram a ler este texto, pensavam que eu ia falar do… Campeonato Mundial de Futebol? Não. Não valia a pena. A nossa seleção passou por lá com tal velocidade que até parece que nem lá esteve…  

sábado, 26 de julho de 2014

Aprender forever


Ainda mal terminou o ano letivo e já começámos a preparar o próximo. Proporcionar aos alunos das nossas escolas, do nosso Agrupamento, o maior número de possibilidades para poderem fomentar a sua construção como alunos e seres completos, integrado na comunidade e, mais universalmente, na aldeia global onde vivemos, é uma das nossas maiores preocupações e objetivos. 
Para isso, o empenho dos docentes e de todos os seus apoios (humanos e logísticos) não são suficientes. É fundamental o interesse de todos os alunos que ousam pôr o pé numa sala de aula, independentemente da disciplina ou do professor que têm à sua espera. O aluno é também, e deverá sê-lo, responsavelmente, professor. Porque, hoje, o professor já não é aquela figura inalcançável e sábia, cujos conceitos são copiados das sebentas bolorentas de décadas anteriores, mas sim um ser que, com os alunos, reaprende diariamente e revitaliza os seus conhecimentos em contacto com gente nova que possui, indubitavelmente, conhecimentos muito superiores do que ele noutras áreas. Ensinar, hoje, é cada vez mais uma troca constante de conhecimentos. É entrar numa sala de aula e ter a certeza de que, tanto professores como alunos, devem sair de lá diferentes de quando lá entraram noventa minutos antes. 
Se ser professor foi sempre um desafio para quem gosta de ensinar é, cada vez mais, uma aventura brutalmente saborosa e compensadora, quando se torna um sinónimo, cada mais indiscutível, de aprender. 

quinta-feira, 17 de julho de 2014

MÃE


O teu ventre foi o meu primeiro berço. 
A tua mão a minha primeira âncora. 
A tua força a minha última esperança. 
Adeus, Mãe. Até breve. 
Um forte, forte abraço ao Pai.

Distraídos crónicos...

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