terça-feira, 31 de maio de 2011

O Alentejo e Montemor na literatura


Nas I Jornadas Literárias de Montemor-o-Novo falou-se de escritores alentejanos e de escritores e poetas montemorenses. Em suma, deu-se voz à nossa voz, numa organização de Eduardo Barroso com o munícípio montemorense.
Foi nos dias 27 e 28 de Maio na Biblioteca Almeida Faria.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Coral de São Domingos canta em Setúbal



O Coral de São Domingos vai cantar a Setúbal, no Sábado, dia 4, no 3.º Encontro de Coros daquela cidade. Cantam também o Coral Luísa Todi (coro organizador), o Grupo Coral de Queluz e ainda o Coro Regina Coeli de Lisboa. O concerto vai ser na Igreja de São Sebastião e começa às 21.30.
Apareçam!!


sábado, 28 de maio de 2011

Espaço do Tempo - montemorense há 10 anos


Estive lá em cima, no Castelo, no Convento da Saudação, com muitos amigos do Rui Horta e da sua equipa, para celebrar os 10 anos do ESPAÇO DO TEMPO. O abraço que dei ao Rui deixo-o aqui escrito "para memória futura". Obrigado Rui, pelo nosso Espaço do Tempo.
Fica por cá mais 100 anos.

http://www.oespacodotempo.pt/pt/esp_tem.php?idpan=rui

sexta-feira, 27 de maio de 2011

O Alentejo na Literatura



Hoje, 27 de Maio (a partir das 14.30) e amanhã (com início às 10h), na Biblioteca Municipal, PRIMEIRAS JORNADAS LITERÁRIAS DE MONTEMOR-O-NOVO. Uma organização da Câmara Municipal local.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Literatura ao vivo e a cores





Nem imaginam o prazer que é falar dos meus livros com alunos da MINHA escola! A coisa anda agora numa roda viva: alunos da Associação 29 de Abril há uns dias, alunos do CNO da Secundária (com a poetisa Susana Fragoso), ontem por esta hora, e, muito em breve, alunos do 10.º ano! E, de cada vez que se discutem as histórias, fico a conhecê-las melhor. Parece estranho... mas não é.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Poema freudiano para a nossa Mãe


Espaço –Tempo
Caos -Mansidão
Batalha - Derrota
Guerra - Vitória
Confessionário - Segredo
Divã -Palavra
Olhar - Paixão
Entrega - Regaço
Comédia – Tragédia
Balada - Sardet
Mulher – Mãe

Mãe
Mãe
MULHER


                                                                            Parabéns do Pai, do João, da Joana e do Pedro

                                                                                   23/05/2011

sábado, 14 de maio de 2011

É pá! Chiça!!


(Eu e o  Manuel Filipe Vieira - o único que se disponibilizou para minha testemunha de defesa, caso o processo avance. Tínhamos acabado de chegar ao fim da caminhada!)


É, pá! Palavra de honra que não sei como começar! Frustrado. É como me sinto. Porque continuo sem saber como hei-de expressar a minha raiva e o meu desgosto por ter sido achincalhado durante anos pelas Maiorias e pelas Oposições quem têm chupado Portugal até ao tutano, sentadas naquela Assembleia da República, onde se têm dito as maiores barbaridades e aprovado as leis mais absurdas e oportunistas, cortando o pio a quem vê a coisa de outra forma.

Burro. Tenho-me sentido burro, porque deixei de perceber o que querem os políticos de mim, da minha família, da minha comunidade, do meu país. Desconfio deles quando falam verdade. Não sei quando omitem a verdade. Ignoro as vezes que filosofam um chorrilho de mentiradas, porque as verdades são demasiado duras de se dizerem e porque esgotaram as soluções para os problemas que criaram e que nos permitiram, a nós cidadãos, ajudar a criar. E é devido a este meu estado de descrença, e por ter concluído que, infelizmente, muitas coisas que a gente aqui disse acabaram por ser verdade, que me apetecia fazer greve à escrita. Greve à opinião. Greve à participação cívica através desta coluna que, pelos vistos, não tem servido para nada.

Termino para informar os meus 9 leitores (10 - desculpa, Leonel) que estou tão deprimido que nem apetece fazer piadas fáceis com a minha fofa. E nem vou fazê-lo tão cedo. Pelo menos até o processo que ela me levantou e que já tem nome na imprensa (O Caso da Ecopista, da Fofa e das Amigas Caminhantes) estar resolvido em tribunal. Eu até já fui fazer uma caminhada, a conselho do meu advogado. Pode ser que me sirva de atenuante.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Continuo a ensinar mas... sob protesto


(Foto: V. Jacinto)

Reconheço que uma mudança para melhor pode significar algum sacrifício. Mas tenho de desabafar aqui uma coisa que me anda a apertar a goela há uns tempos. Enquanto a Escola Secundária estiver em obras, sinto-me uma ovelha no redil assim que entro naquele conjunto de monoblocos, nome pomposo para uns vulgares contentores. Porquê? Os pais e encarregados de educação que já lá estiveram sabem do que estou a falar: o calor nas salas é insuportável, o bar é exíguo, a tenda-polivalente funciona só de Verão, não há condições para a prática de desporto, a insonorização não existe e os alunos podem aprender Inglês, História, Francês, Geografia, tudo ao mesmo tempo, devido à proximidade dos monoblocos e porque a estreiteza dos corredores que os separam acaba por tornar o espaço de ensino-aprendizagem numa espécie de pavilhão multi-usos onde se conversa, canta, brinca, estuda, discute e se dá aulas. E onde diariamente se pode levar com uma porta no trombil se não tivermos o devido cuidado.
A culpa não é da direcção da escola, a culpa não é do corpo docente, a culpa não é dos funcionários nem dos estudantes. Todos nos esforçamos para a coisa deslizar o melhor possível. Na verdade, queremos uma escola nova, moderna, com todas as condições que a anterior não tinha e que este “acampamento” também está muito longe de ter. Estávamos dispostos a alguns sacrifícios, mas estes estão a ser demasiados. “E tinhas alguma alternativa, ó chico-esperto?”, perguntará um dia o Ministério, se chegar a ler este desabafo.

Eu ter… tinha. Mas não sei se esta solução (nem nunca irei saber) seria viável. Mas aqui vai: construir a nova escola noutro espaço e ir mantendo a antiga, o melhor possível, até à mudança. Se aguentou trinta e muitos anos sem cair, não era agora que ia desabar de um dia para o outro. Com tantos terrenos para estádios de futebol, auto-estradas, campos-de-nada-para-nada, e mánasêquê, não haveria um espaço alternativo para a nova Escola Secundária de Montemor-o-Novo? O Governo Central não poderia ter entrado em negociações com a autarquia ou com proprietários privados (que eu disso não entendo muito)? Provavelmente, não.

Sei que não somos a única classe profissional a viver esta experiência. Por exemplo, os funcionários do Registo Civil e do Registo Comercial, sediados no Tribunal da cidade, também estão há largos meses em contentores e em condições que não lembraria ao diabo. Acreditem, caros leitores, a minha pica (como se diz agora) pelo ensino vai-se toda logo que entro naquele portão. Mas os alunos são, eles sim, os menos responsáveis de todos. E, por isso, disfarço e finjo (não sei durante quanto tempo vou aguentar mais) que está tudo bem.

Resta-me uma esperança. Se a moda dos contentores pega e com o país a precisar de reestruturação, penso que, por este andar, vai Portugal inteiro para dentro de contentores, enquanto aguardamos que se construa uma nova nação. De raiz. É que, mais uma vez, os políticos andam a ver tudo ao contrário: não é este velho país que precisa de escolas novas. As escolas velhas é que precisam de um país novo.

Pronto.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Laborinho Lúcio e Pascal Paulus em Montemor











“O exercício da autoridade por parte dos professores é fundamental para a formação do aluno”, referiu o juiz conselheiro Laborinho Lúcio na sua intervenção, no dia 11 de Maio, no Auditório da Biblioteca Municipal, em Montemor-o-Novo.

Esta foi uma das muitas ideias relacionadas com o ensino e a educação para a cidadania que serviram de mote para uma reflexão séria sobre o tema, neste encontro moderado por Marisa Silva, com o suporte de um extenso trabalho de campo da responsabilidade de Pascal Paulus, professor e pedagogo, autor de um profícuo trabalho prático na área do ensino de alunos provenientes de bairros sociais.
Segundo Ana Isabel Casadinho, presidente da Porta Mágica – Associação de Solidariedade Social, entidade promotora do evento, a conferência foi organizada com o objectivo de procurar “entender a escola, a família e a comunidade como uma trilogia indissociável, cujo objectivo primeiro é a formação do ser humano em toda a sua dimensão física, psicológica e social.”
Participaram professores de vários níveis ensino, pais e outros interessados nestas matérias. Presentes estiveram também o Vereador da Cultura, Desporto e Educação, João Amaro Marques, e o Director da Segurança Social de Évora, José Oliveira.

sábado, 7 de maio de 2011

Coral de São Domingos no cinema



Em Abril de 2005 a peça coral "Señor me cansa la vida", do compositor espanhol Juan-Alfonso Garcia, interpretada pelo Coral de S. Domingos no álbum "Viagens", é escolhida pelo realizador escocês Lee Hutcheon para integrar a banda sonora do filme In a man’s world.
Gravado em 2000, no espaço monumental do Convento de São Domingos, em Montemor, com a etiqueta da extinta Editora Strauss, de Lisboa, num trabalho de gravação do engenheiro de som Fernando Abrantes.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Idiotas de gema

 
Passámos muitos anos com medo de Adamastores, da Igreja Católica, dos padres, dos professores primários, dos médicos, dos polícias, da GNR, dos chefes, dos directores, dos gerentes, dos capatazes. Há cinco séculos que, ingenuamente, sonhamos com um D. Sebastião que venha salvar o Reino. Somos mesmo estúpidos! Aprendemos, ao longo da nossa vida escolar, que a nossa História foi feita por reis e rainhas, ministros e presidentes do conselho. Nunca nos ensinaram que a História foi e é feita por nós, homens e mulheres, cidadãos comuns deste país. Nunca nos quiseram dar protagonismo. Fomos esquecidos, desprezados, minimizados. E aqui estamos nós, já habituados a ficar de fora das grandes decisões, à espera, pacificamente, resignadamente, do garrote que nos há-de sufocar.
Isto é ser-se Português de gema.
É o fado, dizemos nós com ar de idiotas.

domingo, 1 de maio de 2011

A CULPA


A culpa é do pólen dos pinheiros
Dos juízes, padres e mineiros
Dos turistas que vagueiam nas ruas
Das strippers que nunca se põem nuas
Da encefalopatia espongiforme bovina
Do Júlio de Matos do João e da Catarina
A culpa é dos frangos que têm HN1
E dos pobres que já não têm nenhum
A culpa é das prostitutas que não pagam impostos
Que deviam ser pagos também pelos mortos
A culpa é dos reformados e desempregados
Cambada de malandros feios, excomungados
A culpa é dos que têm uma vida sã
E da ociosa Eva que comeu a maçã
A culpa é do Eusébio que já não joga a bola
E daqueles que não batem bem da tola
A culpa é dos putos da casa Pia
Que mentem de noite e de dia
A culpa é dos traidores que emigram
E dos patriotas que ficam e mendigam
A culpa é do Partido Social Democrata
E de todos aqueles que usam gravata
A culpa é do BE do CDS e do PCP
E dos que não querem o TGV
A culpa até pode ser do urso que hiberna

Mas não será nunca de quem governa.

(Autor desconhecido)

Obrigado, Amiga CVO



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