sexta-feira, 30 de abril de 2010

No Sábado, 8 de Maio, vamos entrar pela Porta Mágica!



Vai lá estar esta gente toda à sua espera:
Brass Band da Casa do Povo de Lavre, Escola de Ballet da C. M. de Montemor-o-Novo, João Macedo e Luís Macedo, Theatron, Espaço do Tempo, Maria João Serrão e António Neves da Silva, Sol ao Sul, Oficina do Canto, Alexandra, Sira, Vera, Fatucha, Samuel e os seus músicos, Coral de São Domingos, Alice Barreiros (RNA) e Pedro Coelho (SIC).

Os bilhetes estão à venda no Posto de Turismo, em Montemor, a partir do dia 3 de Maio.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Amnésico


Estou pronto para organizar um peditório nacional para o Vareta ser tratado e ficar com a memoriazinha afinada. A ver se ainda conseguimos ver algum pessoal deste calibre ir dentro.

O tamanho da foto apresenta-se directamente proporcional ao respeito que a personagem me merece. Procurei uma ainda mais pequena mas sem resultado...



domingo, 25 de abril de 2010

Abril sempre!

Comemoramos hoje a Revolução de Abril. Uns olham-na com nostalgia, com vontade de regressar aos tempos em que os ideais de Abril eram gritados vinte e quatro goras por dia; outros, com uma dúvida profunda sobre se terá valido a pena, sentindo que os tempos de hoje envergonham tudo por que tantos lutaram na clandestinidade. Pois, não deve ser olhada nem de uma maneira nem de outra. Os movimentos e as revoluções têm o seu tempo próprio e as motivações próprias que os fazem evoluir até à sua concretização. O fundamental, em 1974, era libertar o país do jugo de um ditador que tratava Portugal como uma enorme herdade, onde todos tinham de pensar pela cabeça do Capataz, sem liberdade de movimentos, de expressão e de vontade.

Todos os anos comemoro Abril, contando aos meus filhos o terror com que muitos portugueses viviam antes dessa data. E acabo sempre por falar de montemorenses presos em Caxias ou no Forte de Peniche, porque queriam um país onde todos tivessem trabalho, comida, uma casa decente e liberdade de opinião sobre a sua própria vida e a vida dos seus filhos, sobre o país e os seus governantes. É inevitável, pois, recordar o António Gervásio, o Manuel João Laibaças (tio do meu sogro) e o meu amigo João do Machado, com quem já tive o prazer de conversar várias vezes sobre os seus ideais e a sua luta política. Sabemos que, para os nossos filhos e para os que nasceram em liberdade, não é possível entender a profundidade da diferença entre o ontem e o hoje.

O ontem era a mordaça e o Tarrafal. Hoje podemos não gostar do Governo, criticar José Sócrates e os seus amigos, mas terror, esse substantivo que encerra o mais indescritível sentimento que podemos ter, terror não há. E quando reclamamos por melhores condições na Educação, na Saúde, quando exigimos mais emprego, mais justiça social e a condenação dos corruptos e dos criminosos, independentemente da cor do seu colarinho, nenhum de nós vai preso por causa disso. E essa continua a ser, ainda, a maior conquista de Abril.



sábado, 24 de abril de 2010

"Viver na cidade de Paris só a mim diz respeito"

Ná, ná, ná, menina Inês! Essa sua opção de viver na Cidade do Amor também me diz respeito a mim, que todas as semanas tenho dado a minha contribuição para o pagamento das suas passagens aéreas.  Parece que, a partir de agora, só lhe irei pagar o correspondente ao preço de uma viagem de e para os Açores, o que vai dar no mesmo e o Parlamento até fica a parecer mais sério. Se fizermos bem as contas, se calhar a menina ainda fica com uns trocos para o cafezinho. A escassas horas do 36.º aniversário da Revolução que tirou do poder uns oportunistas e lá pôs outros, a menina até fica bem no retrato.
Há colegas meus, professores de carreira e não por capricho ou convite, que andam de casa às costas durante anos, sem nunca, NUNCA, receberem um tostão do Estado em ajudas de custo para as deslocações, as rendas de casa (são professores mas não podem viver na rua, não é?)  e a comidinha. Eu sei que nem todos podem ser deputados desta Nação valente e imortal. Muito menos com residência oficial em Paris. Remeto-me por isso à minha insignificância de cidadão anónimo, cujo valor é apenas reconhecido pelos impostos que pago para alimentar gulosos como a menina e muitos colegas seus.
Olhe, menina, eu, a escassas horas do 36.º aniversário dessa tal Revolução, estou como o outro: "P'ra mim é mais... bolos."

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Vem aí o Dia P


O entusiasmo é tal, que não seguro mais esta vontade de soprar a novidade. Centena e meia de pessoas está neste momento, cada um na sua "especialidade", a preparar um espectáculo que vai ficar na memória dos montemorenses. Os artistas? São todos CABEÇAS DE CARTAZ!

O dia 8 é o Dia P, de Porta Mágica!

Claro que contamos consigo!!


quarta-feira, 21 de abril de 2010

Emparvei!!


Se isto for verdade, então tudo o resto também o será!
Ainda tenho esperança de que seja uma brincadeira do 1.º de Abril...


Adenda: Parece que sim. Foi mesmo a mentira de 1.º de Abril, criada pela revista Auto. Ainda bem.  Mas há muitos outros casos que parecem BRINCADEIRA mas NÃO são.

domingo, 18 de abril de 2010

Coral de São Domingos em concerto

 
O CSD esteve ontem no Barreiro, onde actuou no espectáculo comemorativo do 7.º aniversário do CORUTIB (Coro da Universidade da Terceira Idade do Barreiro). Hoje, interpretou um concerto sacro na Igreja de Santiago do Escoural, iniciativa integrada no Ciclo da Primavera 2010. Dois momentos musicais cantados com o pensamento na amiga e ex-coralista fundadora, Maria Amélia Catarino, falecida na passada Sexta-feira. The show must go on.




sexta-feira, 16 de abril de 2010

Contas do Porto


Bento XVI vem em visita oficial a Portugal muito em breve. Já anda tudo eufórico com os preparativos. Portugal vai parar três dias à conta da visita. Os portugueses gostam disto. O povo continua igual ao povo. E o Estado continua a ser tudo menos laico. Perdão. Foi laico quando cá esteve o Dalai Lama. Aí, sim, foi estupidamente laico. Estaria com medo da vingança do chinês? 
Que se festeje o Papa. Mas que se festejem todos os líderes religiosos que nos visitem. Caso contrário, a coisa não convence. Ah! E quem vai pagar o pato, quando a euforia se esgotar? Eu. E você, caro Católico,  Evangélico, Testemunha de Jeová, IURD, Adventista, Agnóstico ou Ateu. São as chamadas contas do Porto. Quer coma, quer não coma, vai ter de pagar por quem comeu.


segunda-feira, 12 de abril de 2010

23 anos a cantar



O Coral de São Domingos recebeu no Sábado o Grupo Coral da Portela e a sua maestrina Paula Coimbra, para o Concerto Comemorativo do seu 23.º aniversário. A Igreja do Convento de São Domingos encheu-se de público que quis aplaudir e felicitar pessoalmente o nosso grupo pela sua já longa carreira. Os reportórios dos coros deram realce, sobretudo, à música coral de compositores contemporâneos e a peças do Renascimento Ibérico. A Susana Rito, a Susana Bastos, a Maria Galego, o Filipe Galego e o Nuno Matos foram agraciados com o Diploma de Dedicação e Mérito pelos 15 anos ao serviço do Coral de São Domingos, e o Paulo Quedas recebeu publicamente as boas-vindas de todo o grupo pela sua estreia como coralista. O concerto terminou com a interpretação conjunta do clássico de G. F. Haendel, Canticorum Jubilo, da Oratória Judas Macabeu.

Integrado no Ciclo da Primavera, este concerto está também incluído num ciclo que se prolongará até Julho, com concertos no Barreiro (17/4), Santiago do Escoural (18/4), Montemor (8/5), Évora (16/5), Setúbal (29/5), Lisboa (6/6) e Montemor (10/7).

Obrigado aos que estiveram connosco nesta tarde e aos amigos ausentes... mas presentes no nosso espírito.



sexta-feira, 9 de abril de 2010

Compraram submarinos? Ganda visão estratégica



Parece que, agora, o problema político mais interessante tem a ver com submarinos. Jornalistas e políticos das diversas Oposições querem saber quem, de facto, comprou os submarinos, que dinheiros foram utilizados, por quem, a favor de quem, com autorização de quem, enfim, as perguntas habituais feitas em cenários do mesmo tipo. Cá para mim, estes tipos não entendem nada de nada.

Na minha opinião, a aquisição dos submarinos, transparente ou não, com dinheiros estragados ou não, foi a compra mais inteligente feita pelos governos do pós-25 de Abril. Penso até que deveriam ter comprado mais três ou quatro. Durão, Santana e Portas (olha que três!) já sabiam que Portugal estava prestes a ir ao fundo e que só de submarino é que os políticos conseguiriam ir até à Assembleia da República para continuarem aqueles debates elevados e cheios de soluções para o país.



quinta-feira, 8 de abril de 2010

Cidinha! Precisamos de ti!



Para quando uma voz destas na Assembleia da República? Ana Drago, conto contigo!

(Obrigado, Leonel!)




Vá aos fados no dia 10!



Quando sair do Concerto do Coral de São Domingos, vá até à Rua das Oficinas e prepare-se para uma grande noite de fado! Os Bombeiros Voluntários de Montemor precisam do seu apoio.


terça-feira, 6 de abril de 2010

Depois quase igual a antes



Antes do 25 de Abril, os que não tinham dinheiro para ir à escola iam “aprender um ofício”. Quando a nova reforma dita não-fiscal for concretizada, muitos alunos deste país voltarão atrás no tempo. Mas com uma diferença: hoje não há ofícios para aprender.



segunda-feira, 5 de abril de 2010

É já no Sábado!

               
 GRUPO CORAL DA PORTELA

O Coral de São Domingos vai comemorar os seus 23 anos de existência no próximo Sábado, na Igreja do Convento de São Domingos, em Montemor, pelas 18.00h. O coro convidado é o Grupo Coral da Portela, dirigido pela minha amiga Paula Coimbra. 
Eu vou lá dar uma espreitadela. E vocês?


domingo, 4 de abril de 2010

Aborrecimentos pascais (quem os não têm?)



Esta Páscoa não foi boa para mim. Tive um aborrecimento.

Nesta altura do ano, os ovos de chocolate e as amêndoas, sempre à mão de semear, mais a almoçarada de Domingo, com o ensopado de borrego da mãe Rosa, a sericaia da sogra Nita, os vinhos do pai António Manuel e do cunhado Dado (e a ginja do vizinho João Gabriel) vêm chocar, e muito, com as dietas da minha mulher, da sua mana Valério e da sua cunhada Cristina. Pois este meu aborrecimento teve exactamente a ver com o almoço de Domingo. Ou melhor com a sobremesa do almoço de Domingo. Eu explico: depois de encher uma taça enorme com várias colheradas de mousse, a minha fofa perguntou-me, fazendo aquele ar inocente que só eu lhe conheço: “Achas que este bocadinho de mousse engorda?” E eu respondi-lhe com a verdade, descontraído e solto: “Não. A mousse não engorda. Tu é que engordas!” Com o apoio cego de todas as mulheres presentes, olhou-me com uns olhos assim do género és um homem morto e jurou só me voltar a dirigir palavra na Quinta-feira da Ascensão… da parte da tarde.
 
 

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Sexta-feira da Paixão

Somos uma família solidária com os que fazem questão de seguir a tradição católica. Por isso, quer acreditemos, quer não, nesta espécie de dogma, hoje não se come carne cá em casa.
Há muitos anos, NINGUÉM podia comer carne à Sexta-feira Santa. Ninguém, com excepção dos doentes, claro, que estavam dispensados pela Igreja desse sacrifício, e dos mais endinheirados que pagavam a chamada Bula para poderem usufruir de todos os prazeres da mesa. Hoje, os menos endinheirados nem dinheiro têm para pagar a Bula, quanto mais para comprar bifes. Por isso, a tradição vai continuar a ser o que era.
Uma Sexta-feira ao vosso gosto, são do desejos do pessoal... em dieta forçada!

Distraídos crónicos...

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